Entre o Alto Minho e Trás-os-Montes, a serra da Peneda em conjunto com a do Gerês, constituem a única área protegida de Portugal classificada como Parque Nacional, que tem ajudado a preservar não apenas um único conjunto de ecossistemas extremamente ameaçados, mas também um modo de vida.
Já dizia Miguel Torga: “há sitios no mundo que são como certas existências humanas: tudo se conjuga para que nada falte à sua grandeza e perfeição. Este Gerês é um deles."
Aqui, existe uma perfeita harmonia entre o Homem e a Natureza, e as populações preservam-na, assim como as suas tradições e valores.
O Gerês é um lugar previlegiado com magníficas paisagens, onde os verdes dominam contrastando com os tons dos rios, ribeiras e cascatas transmitindo calma aos olhos de quem visita.
Na região predomina o artesanato à base do linho, com toalhas e os bordados, verdadeiras obras de arte saídos das mãos dos artesãos, como é o caso do centro de Artesanato Pedras Brancas em Couvide e os trabalhos em Madeira no Gerês. Como produtos locais evidênciam-se o chá do Gerês nas diversas variedades e o mel da Serra.
Numa região de invernos rigorosos e de actividades económicas que obrigavam a percorrer os cumes das serras com vento, chuva e neve, a ovelha fornece uma importante matéria-prima: a lã.
O Gerês oferece também lazer, como é o caso das actividades na água, na montanha, de acordo com os gostos dos visitantes. Para além da Cura Termal tradicional são proporcionados programas específicos de emagrecimento e anti-stress entre outros devidamente acompanhados, por médicos especializados.
A sua gastronomia enquadra-se na típica gastronomia minhota e transmontana com os seus pratos soculentos, abundantes e variados. Os pratos típicos incluem o cabrito, presunto, as famosas papas de sarrabulho, não esquecendo os tãos conhecidos pastéis de Santa Eufémia.
O Gerês é certamente um dos locais turísticos mais fantásticos em Portugal, conjugando o mais fantástico da pureza do mundo natural com a oferta de lazer e diversão.





